
O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, afirmou a empresários na Federação de Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), em Goiânia, que será o "presidente da produção". Ele criticou o governo Luiz Inácio Lula da Silva, sem citar o nome do atual presidente, afirmando que a administração atual faz um "socialismo privatista". "Vamos trabalhar sem favores, mas com apoio", afirmou o candidato do PSDB.
"Vou ser o presidente da produção no Brasil. Estou ligado nisso. Eu nasci no principal bairro operário de São Paulo e vivi nisso", afirmou na abertura de sua exposição.
Ele criticou o modelo de licitação da Usina de Belo Monte, no Pará, e do trem bala, que ligará São Paulo e Rio de Janeiro. "Este contrato de Belo Monte, esta ferrovia rápida entre Rio e São Paulo, é tudo sem risco, quem vai pagar a conta, se não der certo, é o governo, isso não está certo, eu estou do lado dos que trabalham, correm risco e geram empregos".

Falando ainda sobre o trem bala, ele criticou o projeto e a possibilidade de o vencedor da licitação poder fazer o trajeto. Serra argumentou que seria mais útil fazer a ferrovia norte-sul e metrôs em grandes cidades, como Goiânia. Segundo o tucano, outro problema é que não há demanda de passageiros para o trem bala. Ele afirmou ainda que a obra deverá ter R$ 3 bilhões de subsídios do governo federal ao ano.
Criticando o governo Lula, ele afirmou que a atual administração só faz discurso a favor da produção. "Se perguntarem, o atual governo dirá que é da produção, mas não é. Ele diz que é, diz que faz política de produção, mas não faz".
Serra atacou a situação dos aeroportos no Brasil. "Esta é uma área que está se enfrentando um apagão no Brasil". Ele afirmou que muitas obras não foram para frente "por causa de sindicatos". Serra citou a adversária Dilma Rousseff (PT) como uma das responsáveis pelo atraso nas obras. O tucano afirmou ainda que no Rio Grande do Norte se construiu uma pista antes de se fazer terminal de passageiro. "Em matéria de investimento, isso é um desastre".
O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, afirmou a empresários na Federação de Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), em Goiânia, que será o "presidente da produção". Ele criticou o governo Luiz Inácio Lula da Silva, sem citar o nome do atual presidente, afirmando que a administração atual faz um "socialismo privatista". "Vamos trabalhar sem favores, mas com apoio", afirmou o candidato do PSDB.
Foto:Marcello Casal Jr/ABr)
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