sábado, 7 de agosto de 2010

Doação de órgãos salva e transforma vidas

Foi com o José Serra que São Paulo comemorou no ano passado o recorde histórico de doações, transplantes de órgãos e colocou fim à fila de córnea. E não pára por aí. No final de 2009, em medida inédita, passou a enviar córneas para transplantes em outros estados do país.

Entre 2007 e 2009, o aumento foi de 27%, passando de 5.866 transplantes realizados para 7.464. No último ano o número de doadores cresceu 45%, uma média de 21 transplantes por dia. Ou seja, quase um por hora. Hoje, o Estado de São Paulo é responsável por 55% dos transplantes realizados no país.

O resultado mostra que a captação de órgãos é fruto do aperfeiçoamento de captação nos hospitais, especialização de médicos e profissionais da área, implantação de projetos que criaram dentro das instituições a figura de um coordenador, responsável por gerenciar todo o trabalho realizado pelas equipes de transplantes.

De janeiro a maio de 2010, em São Paulo teve aumento de 53% no número de transplantes de órgãos realizados no Estado em comparação aos cinco primeiros meses de 2008 e 2009. Ao todo, foram 793 cirurgias contra 513 no mesmo período do ano anterior

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