
Na entrevista ao Jornal Nacional de ontem, Dilma Rousseff mostrou que está surtindo efeito o treinamento do personagem que criaram para ela aparecer em público. Sorriso forçado, calma aparente, descontração calculada. Tudo aquilo que foi determinado pela equipe de marquetagem Dilma seguiu à risca.
Seu problema ainda continua sendo com as palavras e idéias. Ela é confusa, comete erros gramaticais grotescos, exagera (mente) nos números, inventa obras e tem evidentes dificuldades para completar um raciocínio.
O ponto alto da noite ficou por conta de uma pergunta de Willian Bonner sobre as estranhas relações com políticos de notória (má) reputação, a saber: Jader Barbalho, Renan Calheiros, Collor e José Sarney. Neste momento, Dilma mostrou o tamanho do desastre que é. Simplesmente respondeu que se aliar a essas figuras significa um sinal inequívoco de “amadurecimento” político.
Foi lamentável. Mais uma vez ficou claro que o PT não inventou a corrupção, mas se tornou um eficiente instrumento para desmoralizá-la.
Comentário de Dante Filho
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