O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou ontem, 31, ação da coligação da petista Dilma Rousseff que pedia que o rival José Serra (PSDB) fosse impedido de veicular propaganda na qual o tucano aparece em fotografias ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O ministro Henrique Neves já havia mandado arquivar a ação movida pela coligação alegando que apenas Lula poderia ir à Justiça contra o uso da imagem dele, mas os advogados da campanha de Dilma recorreram da decisão.
Programa de TV exibido este mês mostrou cenas de Serra, então governador de São Paulo, ao lado do presidente. O narrador destacou que são dois "líderes experientes" e "homens de história". A maioria dos ministros (5 a 2) não viu irregularidade no uso das imagens do presidente.
Seria irregular, na avaliação da Corte, apenas se a campanha tucana passasse a informação errada de que Lula apoia a eleição de Serra. "Se eu fosse presidente da República e meus amigos e inimigos quisessem usar minha imagem, ficaria até envaidecido", disse o ministro Arnaldo Versiani.
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