
Mais espaços verdes para parques, jardins e equipamentos públicos de lazer voltados para o bem estar da população urbana. Essa será a linha de trabalho do governo Serra para o país, estimulando os estados e municípios a replicarem propostas que busquem no contato com a natureza a melhoria da qualidade de vida das pessoas.
Parques têm a finalidade de preservação e equilíbrio do meio ambiente, com impacto positivo no microclima e na proteção das águas, do solo e da biodiversidade. Nos espaços urbanos, tem papel muito importante como espaço de encontro e convivência, lazer, atividades físicas, espetáculos culturais e manifestações artísticas dos moradores das cidades. Dificilmente uma área verde é citada como parte do programa de Saúde ou até mesmo de Segurança Pública, mas seus efeitos benéficos tem evidentes implicações nessas duas áreas.
Serra fez questão de preservar e multiplicar na sua passagem pela prefeitura e pelo governo de São Paulo bons espaços deste tipo como os encontrados em Brasília, Curitiba, Rio, São Paulo, Porto Alegre e outras grandes cidades brasileiras. A Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, que até 2004 não se ocupava de plantio (apenas fornecia mudas para as Subprefeituras), passou a se dedicar intensamente à arborização urbana, multiplicando por dez o número de árvores plantadas a cada ano na cidade. A Secretaria Estadual criou o projeto Desmatamento Zero que fiscaliza o corte de vegetação (floresta e cerrado) e a recomposição de áreas verdes com utilização de imagens de satélite. E muitos novos parques foram criados, alguns ainda em fase de implantação; são projetos grandiosos que já beneficiam milhares de pessoas e, quando estiverem concluídos, trarão melhorias na qualidade de vida de milhões de pessoas - inclusive as que nem nasceram ainda.
A parceria com os municípios é fundamental para engajá-los numa política verde. José Serra não fez nada sozinho. Trabalhou muito com os prefeitos em defesa do meio ambiente. A partir de dez diretivas, que incluem arborização urbana, recuperação da mata ciliar e esgoto tratado, o Município Verde Azul é a prova de os municípios podem mais. Os integrantes do programa têm prioridade na obtenção de recursos, desde que comprovem a adesão às metas.
Serra sempre governa assim: com objetivos, metas, prazos e trabalho em parceria. Dá certo. E faz o verde - que tanto lamentamos ver simbolicamente arrancado da nossa bandeira - prosperar.

Entre os maiores do planeta, pelo planeta
Um bom exemplo de estímulo à elevação da taxa de verde no meio urbano são os parques lineares, especialmente dedicados a preservar os mananciais e o sistema hídrico das cidades. Eles incorporam projetos voltados para a recuperação dos rios poluídos e suas margens e áreas de várzea, com reconstituição da cobertura vegetal.
O Parque da Integração Zilda Arns, recém inaugurado, é o quarto maior parque linear do mundo, com 7,5 km de extensão e 224 mil m² sobre uma área onde estão aterradas as tubulações de uma adutora da Sabesp, companhia de saneamento básico do estado de São Paulo.
Ele oferece mais conforto, lazer e segurança à população da Zona Leste, região em que vivem mais de dois milhões de brasileiros. Tem quadras poliesportivas, cancha de bocha e malha, campo de futebol, ciclovia, pista de skate, recreação infantil, áreas de repouso e vestiários, entre outras atrações que as pessoas apreciam em suas horas de descanso.
O “Várzeas do Tietê” será o maior parque linear do mundo, com 75 quilômetros de extensão e 107 quilômetros quadrados de área. Localizado ao longo do rio Tietê, vai unir o Parque Ecológico do Tietê (localizado no bairro da Penha, Ana Zona Leste de São Paulo) e o Parque Nascentes do Tietê (localizado em Salesópolis).
O programa será implantado em três etapas, por meio de uma parceria do DAEE, Departamento de Águas e Energia Elétrica do Governo do Estado, com as prefeituras de São Paulo, Guarulhos, Itaquaquecetuba, Poá, Suzano, Mogi das Cruzes, Biritiba Mirim e Salesópolis.
O projeto prevê a construção de 33 centros de lazer, esportes e cultura ao longo do Parque, com investimento de R$ 1,7 bilhão. O empreendimento beneficiará diretamente 3 milhões de pessoas da Zona Leste da capital e indiretamente toda a população da Região Metropolitana de São Paulo.
“Estamos dando hoje aqui um passo imenso. Nós estamos olhando para o futuro. Governo é feito para melhorar o presente e preparar o futuro”, disse José Serra ao lançar o projeto, no ano passado.
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